Breu farsante

Há gotas de luar que regam a memória repleta
De saudades insubmissas
Arremessam palavras sempre travessas
Deglutindo a noite que chega quase possessa
 
Entregues a este breu farsante, desnudam-se
Tantas luminescências apaixonadas, deixando
A madrugada encabulada de tão estimulada
 
Da escuridão mais flagelada resta uma sinfonia
De cânticos tão travessos e apaixonados
Deslizando pelo silêncio sempre tão profuso e excitado
 
FC
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