*A ULTIMA CEIA DE FALSTAFF*

Nunca mais me permitte a sorte crua
Que ande ás portas batendo tresnoutado,
Vae morrer em beco, abandonado,
O maior bebedor que olhou a lua!

Dos braços da creada seminua
Nunca mais rolarei sobre o telhado;
E, ao relento, encherei, com passo errado,
De lettras cabalisticas a rua.

Vae morrer, morrer sim, por seus castigos,
O estomago que foi mais forte e cheio,
Que na Paschoa ceiou com Satanaz...

Cae o rival dos bebados antigos!
Ó toneis immortaes abri-lhe o seio!
--São-me fataes as ceias de _goraz_!--

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